Os meus últimos artigos abordaram o tema sobre as doenças de origem alimentar e a sua prevenção. Neste seguimento, hoje venho falar um pouco sobre a importância da segurança alimentar no nosso dia-a-dia e principalmente no sector empresarial.

A segurança alimentar é um dos assuntos muito abordados nos dias de hoje com a chegada da pandemia, ter a falta de segurança alimentar como uma causa de toda essa situação.

Doenças de origem alimentar, resultam da ingestão de alimentos contaminados por microrganismos que podem provocar infecções ou podem ser tóxicos e, segundo a Organização Mundial de Saúde, estas doenças afetam cerca de 1/3 da população em países desenvolvidos e causam a morte de 2,2 milhões nos países em desenvolvimento. A solução para prevenir a sua ocorrência consiste em adotar boas praticas de higiene e segurança alimentar nos diferentes pontos da cadeia alimentar, ou seja, desde da produção ate ao consumo final.

Falar de importância da segurança alimentar é chamar a atenção para aspetos (ainda) mais graves, como alimentos contaminados com bactérias e fungos que podem prejudicar gravemente a saúde dos consumidores. E este é só um exemplo da importância da segurança alimentar na empresa e cuidados a ter com a segurança alimentar em nossas casas.

O conceito de segurança alimentar inclui a produção, transformação, distribuição e fornecimento de alimentos que não prejudiquem a saúde dos consumidores. Nesse sentido, as empresas interessadas em assegurar a segurança alimentar aos seus clientes devem seguir regras internacionais e normas de produção, fornecedores, transporte e armazenamento de alimentos nos seus procedimentos. O trabalho vale bem a pena, pois a implementação de sistemas de segurança alimentar aumenta consideravelmente a confiança dos consumidores nos produtos e serviços.

Segurança Alimentar e os seus sistemas de controlo são definidos por um grupo de regras e boas práticas de higienização no transporte, armazenamento de alimentos seguindo determinados diplomas legais e normas já estabelecidos como questões microbiológicas e sensoriais determinando quais os alimentos adequados para o consumo.

A segurança alimentar também define que todo o ser humano, independentemente da sua região, religião ou sexo, deve ter acesso a alimentos saudáveis, nutritivos e seguros.

A produção e distribuição de alimentos deve ser sinónimo de saúde e bem-estar e não de doença ou até de morte. Daí a importância da segurança alimentar no sector empresarial de forma a contrariar um dos problemas mais importantes de saúde pública em todo o mundo.

Efetivamente, grande parte das doenças relacionadas com a ingestão de alimentos é causada por produtos contaminados por bactérias, fungos, vírus, parasitas ou toxinas produzidas por microrganismos (e não tanto por alergias). Por detrás deste problema está a falta de higiene, ausência de controlo sanitário, exposição a químicos tóxicos, armazenagem incorreta dos alimentos e preparação indevida, entre outros fatores.

Os consumidores estão cada vez mais conscientes disso e alertados para os riscos associados ao consumo de alimentos que podem ser prejudiciais à saúde, cumpre saber como esta o sector empresarial e se cumpre a lei e oferece produtos de qualidade que satisfaçam os clientes. E como se isso não fosse suficiente, a importância da segurança alimentar também se faz notar na reputação da empresa, sendo que os consumidores estão cada vez mais exigentes e valorizam instituições que cumpram com as regras da segurança alimentar.

A adoção de medidas específicas para assegurar a qualidade e a segurança alimentar é importante, em primeiro lugar, para garantir aos trabalhadores e aos seus clientes qualidade, higiene e segurança dos alimentos. Se os produtos e serviços estiverem dentro dos padrões internacionais, não só agrada os trabalhadores como os consumidores e ainda contribui para a melhoria da qualidade de vida e lhes prolonga a saúde.

Por tudo isto, a qualidade da produção de alimentos está na ordem do dia e para a garantir existem já inúmeras formas de monitorização ao longo de todo o processo produtivo: da colheita à mesa.

Desta forma, para que as empresas não falhe em nenhum momento, convém conhecer e cumprir com a legislação em vigor e se possível adotar alguma norma internacional para garantir, eliminar ou reduzir os perigos que podem interferir com o género alimentício em todas as fases que vão da produção ao consumo.

O objetivo, claro está, é que o sector empresarial só entregue ao consumidor alimentos de qualidade que não prejudique a saúde.

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