Na minha opinião, a palavra “saudável” é subjectivo, porque ser saudável depende do que cada um considera de “saudável”, dos gostos, das necessidades e até culturas de cada um.

Uma alimentação saudável sustentável aplicar-se-á a nível do planeta, ter baixo impacto ambiental, preservar a biodiversidade e a saúde dos ecossistemas, e para tal, modificar a produção, tecnologia, distribuição e marketing nos sistemas alimentares, criando mecanismos de legislação e rotulagem, alinhados entre diferentes setores governamentais. A nível humano, promover saúde e bem-estar físico, mental e social. Garantir acessibilidade e segurança alimentares, respeitar a aceitabilidade, cultura, culinária, gastronomia, e as formas tradicionais de produção e consumo de cada região, e ter custo adequado.

Pequenas dicas que nos ajudam a conciliarem a saúde e a sustentabilidade, tais como:  

  1. Consumir mais hortofrutícolas, frescos se possível e opte pelos alimentos da época;
  2. Dê atenção aos produtos de origem vegetal, uma vez que são muito ricos em fibras, gorduras boas e minerais;
  3. Diminuir os resíduos orgânicos e consequentemente diminuir os desperdício alimentar, através de uma gestão e organização das nossas compras e refeições semanais e utilizar aos máximo os alimentos. Para saber mais veja https://workquality.pt/desperdicio-alimentar/ e https://workquality.pt/vantagens-de-ter-uma-amiga-na-cozinha/;
  4. Escolher métodos de confeição mais eficientes e económicos, como grelhados, cozinhar a vapor, cozinhar em pirâmide, no forno, e quando utilizar o forno tente rentabilizar ao máximo, fazendo mais que um prato. Para saber mais veja https://workquality.pt/rentabilizar-a-bimby/;
  5. Comer de acordo com as nossas necessidades e objectivos, cozinhando apenas o que é necessário, evitando o desperdício alimentar e em caso de sobrar comida, conserve devidamente ou aproveite para criar novas refeições.

É importante recordar que um padrão de alimentação de base vegetal não é obrigatoriamente saudável, como sucede quando se exagera em cereais refinados, batatas fritas, sal, óleos, bebidas ou produtos açucarados. Assim, as escolhas alimentares que fazemos podem ser saudáveis e sustentáveis, não saudáveis e sustentáveis, ou saudáveis, mas não sustentáveis. Por isso, é importante ter ajuda de nutricionista para evitar preocupações com eventuais défices nutricionais e saber se a alimentação que estamos a praticar, vai e encontro ao nosso metabolismo, organismo, estilo de vida e avaliar se é sustentável.

A mim faz sentido, e a ti, faz sentido?   

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